quarta-feira, 15 de abril de 2009

Sucesso!

Tudo funcionou digamos, às mil maravailhas! Mesmo que estejam estes 15 graus, eu consigo criar borboletas na minha estufa, que no seu interior estão 30 graus (quase que nem consigo estar lá dentro), e uma elevada percentagem de humidade. Por causa disto, lá estavam as Malhadinhas a perseguirem-se umas às outras e... a porem ovos. Pois é ja começaram a pôr ovos e já são cinco, por enquanto só tenho uma fêmea mas se já começa a pôr ovos então se houverem 5 fêmeas puderei ter, talvez, 40 ovos aprox. Isto sim assegura assim a 1º geração de Malhadinhas em cativeiro. Mas isto é só o começo, mais tarde vou tentar os Papilios Machaons, as Pieris e outras borboletas tropicais que comprarei. Não posso dizer já se vou conseguir criar estas borboletas todas, pois todas não pode ser e também não tenho comida para todas, porque agora tenho 5 ovos, se apanhar mais fêmeas vai aumentando. Se conseguir 20 ovos, posso ter 10 borboletas a voar se nascerem e depois dessas 10, pode haver 40 ovos... dessas 40 borboletas 100 ovos, e assim sucessivamente. E como posso não ter alimento para todas, algumas vou ter de libertar. Este assunto é para todas as espécies, logo a estufa não pode ficar toda cheia de borboletas! Mais tarde falarei das tropicais que será em breve.


Adeus!

domingo, 12 de abril de 2009

Nova estufa / Novidades

Olá a todos! Neste fim-de-semana comprei uma nova estufa... e comprei esta estufa porque a outra era um caso perdido pois por muito que quisesse não podia criar borboletas lá pois não podia controlar as condições ideias para criar um habitat seguro. Mas agora tudo mudou, espero, pois esta nova estufa é coberta por plástico e graças a isso posso controlar a humidade o calor e é moovel porisso pus no sitio com mais sol. O calor, a humidade e o sol são as principais condições para ter um habitat seguro e favorável e são muito percisos, pois a temperatura não pode descer dos 15 graus, coisa que acontecia muitas vezes, especialmente á noite na outra estufa, e não pode subir dos 30. A humidade é talvez a condição que se tem de ter obrigatoriamente... pois se não as borboletas morrem. Nunca pode descer dos 40% de humidade e no máximo 80%, mas o ideal é mesmo os 70%/80%. A humidade era uma coisa que não conseguia controlar e por isso as borboletas não viviam muito tempo. O sol é uma coisa que as borboletas pensam como um combustivel pois se não há sol não voam, não se alimentam... etc. Na minha outra estufa tinha sol na estufa inteira das 9h às 10h e ficava sem sol por volta das 15h e isto não era favorável. Nesta nova estufa como é movél posso pô-la no melhor sitio para estar o dia inteiro com sol. Podemos dizer assim que agora é só perciso vontade e paçiência para poder criar borboletas ibéricas e tropicais pois posso criar o clima de uma floresta tropical, não por completo mas o suficiente para se adaptarem bem á sua nova casa.







Foi a melhor fotografia que consegui arranjar...a imagem engana pois a estufa não é assim tão pequena.
Nas novidades temos dois temas. O primeiro é que das lagartas de borboletada couve apenas 10 crisalidaram devido aos parasitas. Continuo com 1 crisálida da borboleta aurinia e 2 de borboleta carnaval. Em lagartas tenho uma lagarta em L3 de Papilio Machaon e uma no ultimo estágio de Papilio Polytes. As grandes novidades é que nesta semana ou na outra... vou comprar juntamente com um amigo meu crisálidas de borboletas tropicais. Desta vez vou comprar 6 de P. Demoleus e 6 de P. Polytes. Papilio Demoleus porque é uma espécie que já criei na outra estufa e acaslaram por isso vou ver como se saiem nesta estufa. As Polytes são porque um amigo meu aconselhou-me em comprá-las porque são fáceis de criar em espaços pequenos e porque alimentam-se de Arruda em lagarta tal como a Papilio Demoleus.
Aqui ficam com mais noticias.
Adeus e até uma próxima noticia que espero que seja a cerca das borboletas tropicais :)

domingo, 5 de abril de 2009

Actualização

Olá! Vim para actualizar as criações...
De Lagarta tenho:
* 36 lagartas de Pieris Brassicae
* 15 (aprox.) de Zerinthia Rumina
* 1 de Papilio Polytes
* 1 de Iphiclides Festhamelii

De ovos tenho:
*9 ovos de Iphiclides Feisthamelii


De crisálidas tenho:
* 1 de Euphydryas Aurinia
* 2 de Zerinthia Rumina
* 1 de Vanessa Atalanta
* 1 semi-crisálida de Pieris Brassicae


E aqui ficam com a actualização! Adeus

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Em espera para 'rebentar'...

Crisálida de Euphydryas Aurinia




Agora que ofereçi as ultimas borboletas que tinha na estufa ao Lagartagis, só me resta 1 Malhadinha (Pararge Aegeria) e uma Borboleta da Couve (Pieris Brassicae). Mas não é so isto que tenho! Tenho também 2 crisálidas de Borboleta Carnaval (Zerinthia Rumina), 2 crisálidas da rara Borboleta Aurinia (Euphydryas Aurinia), 1 crisálida de Almirante Vermelho (Vanessa Atalanta) e, passando para as lagartas tenho, 1 lagarta de Papilio Machaon, 1 lagarta de Papilio Polytes (nestas duas vou aumentar o numero em breve) e cerca de 25 lagartas de borboleta da couve. São estas as espécies que quero investir em 2009, e outras que ainda não posso criar como a Monarca, pois o meu algodoeiro-falso é muito pequeno e as asclépias ainda estão a germinar. A Cleopatra e a Malhadinha também quero criar, a Malhadina é mais fácil pois sei onde encontrar mas as de Cleopatra são muito dificeis de encontrar em lagarta. A borboleta do Medronheiro é uma espécie que só consigo encontrar lagartas no Outono, mas vou iniciar as buscas para a próxima semana. E finalmente de Vanessa Cardui, esta espécie tem estado bastante frequente por isso também vou investir nessa espécie.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Siglas que desconhecia

Olá, hoje fiquei a conheçer sinais que ajudam nas criações.
F1, F2, F3, F4 e F5 são de uma escala de tornados, mas parece que também se usa para as borboletas:

F1 significa que o animal em questão está na primeira geração, feita em cativeiro, após ter sido recolhido da natureza, isto é, que os seus pais viviam em ambiente selvagem. Cada geração sucessiva, vai aumentando de numero. Sendo assim, os filhos da geração F1 serão F2, os filhos de F2 serão F3 e assim sucessivamente.Quando voltamos a fazer criações a partir de indivíduos selvagens, voltamos a ter F1.

Também existem estes dois:
c/b do inglês "captive bred", que significa "criadas em cativeiro" e w/c do inglês "wild caught" que significa "captura selvagem". Eu que compro e vendo, as crisálidas w/c são as mais caras. Os preços vão diminuindo, conforme são F1, F2... etc. Claro que se questionarmos o criador/vendedor, sobre esta classificação, terá de ser um criador/vendedor muito honesto, para nos dar a informação correcta.


Adeus

quarta-feira, 25 de março de 2009

O 3º temporada começa

A 3ª temporada de criações começou bem cedinho comparando com o ano passado... neste perciso momento tenho lagartas de Vanessa Atalanta, Papilio Machaon e Papilio Polytes. Quem quiser oferecer lagartas basta falar comigo, podem comentar no blogue se quiserem oferecer.
Atenção só aceito diurnas.
De Vanessa Atalanta tenho uma na ultima muda e outras duas ainda muito pequenas em L1 ou L2. De Papilio Machaon tenho uma apenas e um ovo, de Polytes não sei, mas devem ser 30 lagartas. Posso também já dizer que o Lagartagis está de novo aberto ao público. Como estavam a dizer na reabertura o jardim e as borboleta ainda estão no incio, mas isto depois vai rebentar. E é verdade, desta vez vieram bem preparados com lagartas de Feisthamelii, Machaon, Vanessa Cardui e Atalanta, Zerinthia Rumina entre outras mais comuns como as Pieris e as Monarcas. Também tem outras coisas novas mas se querem saber visitem :)

quinta-feira, 19 de março de 2009

Festa de Reabertura do Lagartagis

Pois é o Lagartagis vai abrir as portas epla 2ª vez dia neste sábado (21 de Março), eu vou é claro e apartir daqui quero convidar todos os que têm possibilidade a ir para a festa de reabertura do Lagartagis. Mais informações aqui:

Reabertura Lagartagis
21 de Março 2009
Dia Aberto no Lagartagis

Programa
Encontro na Escadaria Principal do Jardim Botânico, 15h
Prof. Ana
Prof. Amália
Prof. Fernando Barriga;
Patrí­cia Garcia Pereira;
Sofia Leitão

Apartir das 15h às 17h